Há muito queria muito matricular-me numa Academia de Musculação, o tempo chegou e já estou no meu mais intenso segundo dia. Já usei vários aparelhos, já vi vários corpos santos que devem abrigar espíritos vadios ou castos, que importa? Ninguém sabe mesmo se somos só carnes e energia À LA ELÉTRONS E PRÓTONS E ÁTOMOS; então me diga, com qual intuito devo eu ir a academia e praticar estudos metafísicos? Nenhum. Mas como sou deveras um apaixonado por coisas inúteis, faço sem querer isso. Não só, ando aprendendo algumas coisas que não enxergava nas páginas amarelas dos livros de minha casa. Por exemplo, a repetição e a capacidade; por exemplo, o peito rasgado, aberto, depois de mais de três séries extensas, exaustas.
Quero dizer, quero falar o que cá está neste peito ainda vivo onde range a máquina da vida em ritmos descompassados e quase fúnebre. Dizer assim de um jeito como se mostra a vida vezenquando... eis o texto mais revela-dor:
Para Amar? Uma Ana.
Para Ter? Um Emerson.
Para "Jamais Perder" e Escutar? Uma Tami.
Para Fugir e Descobrir? Um Uriel.
Para Contemplar? Uma Larissa.
Para Acompanhar? Todos os minhas primas(os).
Para Tocar? Um Flávio.
Para Conversar e Rir? Um Igor e Um Allisson.
Para Cativar? Uma Marinalva.
Para se-Encantar-se? Um Thom, Uma Cátia, Uma Ádila.
Para Morrer? Um Eu.
Para Descobrir? Uma Lícia.
Para Lamentar? Um Neto.
Para Admirar? Umas Franciscas.
Para Desejar? Uma Carol.
Para Sonhar? Um João.
Para Entender? Um Sandro.
Para ser Entendido? Um Rafael.
Para Elogiar? Uma Fernanda.
Para Espantar-se? Um Alexandre.
Para Gargalhar? Um Jarbas.
Para Hipnotizar-se? Uma Diana.
Para Acreditar cegamente? Um Marcos.
Para ser fã? Uma Brisa.
Para Estudar? Um Chico, Um Gabriel, Um Caetano.
Para Casar? Uma Ana.
Vês o quão fiel a ti sou. E meu peito permanecerá rasgado para você entrar e organizar toda a máquina sem ritmo da minha vida. Estar de peito aberto, querida, não implica estar gratuito, em liquidação ou irrestrito. É estar vulnerável a tudo que afete a nossa história, que ainda nem começou com nós dois.
9 de junho de 2012
De Peito Aberto
Pretendo ser transparente neste texto; como águas límpidas do Caribe
Há muito queria muito matricular-me numa Academia de Musculação, o tempo chegou e já estou no meu mais intenso segundo dia. Já usei vários aparelhos, já vi vários corpos santos que devem abrigar espíritos vadios ou castos, que importa? Ninguém sabe mesmo se somos só carnes e energia À LA ELÉTRONS E PRÓTONS E ÁTOMOS; então me diga, com qual intuito devo eu ir a academia e praticar estudos metafísicos? Nenhum. Mas como sou deveras um apaixonado por coisas inúteis, faço sem querer isso. Não só, ando aprendendo algumas coisas que não enxergava nas páginas amarelas dos livros de minha casa. Por exemplo, a repetição e a capacidade; por exemplo, o peito rasgado, aberto, depois de mais de três séries extensas, exaustas.
Quero dizer, quero falar o que cá está neste peito ainda vivo onde range a máquina da vida em ritmos descompassados e quase fúnebre. Dizer assim de um jeito como se mostra a vida vezenquando... eis o texto mais revela-dor:
Para Amar? Uma Ana.
Para Ter? Um Emerson.
Para "Jamais Perder" e Escutar? Uma Tami.
Para Fugir e Descobrir? Um Uriel.
Para Contemplar? Uma Larissa.
Para Acompanhar? Todos os minhas primas(os).
Para Tocar? Um Flávio.
Para Conversar e Rir? Um Igor e Um Allisson.
Para Cativar? Uma Marinalva.
Para se-Encantar-se? Um Thom, Uma Cátia, Uma Ádila.
Para Morrer? Um Eu.
Para Descobrir? Uma Lícia.
Para Lamentar? Um Neto.
Para Admirar? Umas Franciscas.
Para Desejar? Uma Carol.
Para Sonhar? Um João.
Para Entender? Um Sandro.
Para ser Entendido? Um Rafael.
Para Elogiar? Uma Fernanda.
Para Espantar-se? Um Alexandre.
Para Gargalhar? Um Jarbas.
Para Hipnotizar-se? Uma Diana.
Para Acreditar cegamente? Um Marcos.
Para ser fã? Uma Brisa.
Para Estudar? Um Chico, Um Gabriel, Um Caetano.
Para Casar? Uma Ana.
Vês o quão fiel a ti sou. E meu peito permanecerá rasgado para você entrar e organizar toda a máquina sem ritmo da minha vida. Estar de peito aberto, querida, não implica estar gratuito, em liquidação ou irrestrito. É estar vulnerável a tudo que afete a nossa história, que ainda nem começou com nós dois.
Há muito queria muito matricular-me numa Academia de Musculação, o tempo chegou e já estou no meu mais intenso segundo dia. Já usei vários aparelhos, já vi vários corpos santos que devem abrigar espíritos vadios ou castos, que importa? Ninguém sabe mesmo se somos só carnes e energia À LA ELÉTRONS E PRÓTONS E ÁTOMOS; então me diga, com qual intuito devo eu ir a academia e praticar estudos metafísicos? Nenhum. Mas como sou deveras um apaixonado por coisas inúteis, faço sem querer isso. Não só, ando aprendendo algumas coisas que não enxergava nas páginas amarelas dos livros de minha casa. Por exemplo, a repetição e a capacidade; por exemplo, o peito rasgado, aberto, depois de mais de três séries extensas, exaustas.
Quero dizer, quero falar o que cá está neste peito ainda vivo onde range a máquina da vida em ritmos descompassados e quase fúnebre. Dizer assim de um jeito como se mostra a vida vezenquando... eis o texto mais revela-dor:
Para Amar? Uma Ana.
Para Ter? Um Emerson.
Para "Jamais Perder" e Escutar? Uma Tami.
Para Fugir e Descobrir? Um Uriel.
Para Contemplar? Uma Larissa.
Para Acompanhar? Todos os minhas primas(os).
Para Tocar? Um Flávio.
Para Conversar e Rir? Um Igor e Um Allisson.
Para Cativar? Uma Marinalva.
Para se-Encantar-se? Um Thom, Uma Cátia, Uma Ádila.
Para Morrer? Um Eu.
Para Descobrir? Uma Lícia.
Para Lamentar? Um Neto.
Para Admirar? Umas Franciscas.
Para Desejar? Uma Carol.
Para Sonhar? Um João.
Para Entender? Um Sandro.
Para ser Entendido? Um Rafael.
Para Elogiar? Uma Fernanda.
Para Espantar-se? Um Alexandre.
Para Gargalhar? Um Jarbas.
Para Hipnotizar-se? Uma Diana.
Para Acreditar cegamente? Um Marcos.
Para ser fã? Uma Brisa.
Para Estudar? Um Chico, Um Gabriel, Um Caetano.
Para Casar? Uma Ana.
Vês o quão fiel a ti sou. E meu peito permanecerá rasgado para você entrar e organizar toda a máquina sem ritmo da minha vida. Estar de peito aberto, querida, não implica estar gratuito, em liquidação ou irrestrito. É estar vulnerável a tudo que afete a nossa história, que ainda nem começou com nós dois.