15 de abril de 2013

Tenho que te contar uma coisa

Algo que me desassossega anda acontecendo, uma alegria estranha e sem hora,
uma agitação por dentro ao lembrar do teu nome ecoando tendo de mim.
É uma coisa que eu nunca tive,
não é amor.
É algo que me faz levantar, andar.
Uma força, um impulso, uma ação.
Uma movimentação.

Será que eu te amo mesmo, garota?
Será que você é pra ser minha e eu seu?
Ah se o Deus Acaso nos unisse.

Literaturas Proibidas por Ela, um e-mail recebido

Imagine você entra NUM ESPAÇO onde os personagens recepcionam os espectadores-leitores que são conduzidos ora a cadeiras, ora a livros situados no meio do LUGAR. Nos quatros vértices de uma sala possivelmente quadrada reside quatro lugares contrários e complementares: em paralelo, um Salão de Beleza a uma Igreja. Nos outros pontos, uma Casa-sala em paralelo a uma Praça. No centro, há enciclopédias que servem de minicadeiras.

Pronto. O público já foi seduzido 15%. Em relação a história propriamente dita, Temos o significado dos cenários mais clichês e fundamentais, ainda que o significante seja de extremo bom gosto.

Dos personagens-atores que representam a significação do espaço, destaque para Jorge e Anna. Personagens clichês que com uma atuação-recheio primorosa conseguem superar os limites do senso comum. Já o restante é plenamente descartável, desprezível.

Numa espetáculo voltado a literatura, os estudantes podem rever os conceitos estudados no ensino médio:
Padre Jerônimo é uma figura clássica-comum dos tempos medievais fazendo alusão ao Barroco, ser repleto de contradições sagradas de profanas.

Zélia é a figura descritiva-demasiada-hiperbólicamente sacarina do Romantismo.

Jorge é o ser Realista Fantástico. Faz das poesias palavras coloquiadas e ritmadas. Tanto o ator quanto o personagem parecem comungar de um só propósito: encantar e entristescer o alguém que se permite levar.

Elise é uma figura extremamente desinteressante. Ainda que a atriz tenha um talento magnífico pelo trágico moderno jeito teatral

Concerta Rei

Sopros, cordas e batidas... fazem uma orquestra e fazem de peças soltas produzirem , em harmonia, o colapso voraz dos nossos corações. Eu não entenderia quase nada do que foi dito, caso o que foi dito tivesse sido encontrado por mim.

 Mas vamos ao fato do texto, que já tardio apresentar-se-á aqui no desevolvimento! Pois bem, daqui mesmo posso tentar concertar esse texto. Ops! Eu disse concertar? Sim, sim! Neste texto qie vos apresento a brincadeira é essa mesma!

Hoje, ainda pela tarde, descobri um problema nao aparelho de descarga do banheiro(exatamente, aquele que apertamos ou puxamos para que a água com sua f8rça cinética ou motriz, nunca fui bem em física, impulsione os dejetos humanos para o habitat natural dos tais dejetos!). Eu, como deus sabe, sinto angústia ao deparar-me com desperdício de água. .. eu sinto que a ägua é sangue e medicamento, daí superestimá-lo. Sentindo o que digo sentir, olhando o que disse olhar, eu me aventurei