31 de dezembro de 2012
2013, Você vai me surpreender
Muitas coisas eu não fiz em 2012.
Não li o suficiente de Shakespeare.
Não aprendia a tocar minha gaita.
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Vou tentar mais uma vez, vamos lá.
Quero aprender a tocar gaita.
Quero ler mais 7 livros de Shakespeare.
Quero ter uma melhor noção de Inglês e Francês.
Quero saber mais sobre Literatura, em essência.
Talvez eu queira fazer uma nova tatuagem.
Quero ser mais sensível.
Quero ter amigos verdadeiros e bons.
Quero conseguir a transferência para Petrolina.
Quero retornar a facudade.
Quero me deleitar Afrowoodysiacamente.
30 de dezembro de 2012
Dos instantes
É, eu sei, fim de ano, e com isso Alegrias, Desejos, Novas Esperanças e Sorrisos.
E entre confetes, confeites e confeiteiros, me sinto uma cereja perdida num bolo enorme; e meio que nessa metáfora me pergunto:
Se não me falta quase nada, talvez, nada, como posso sentir a ausência de tudo? E por qual motivo posto isso aqui, pra espetacularizar os meus sentimentos?! Promover minha solidão!?
Ai, ai 2012, vou me despedindo de você e sentindo que você não vai embora assim. Você me marcou, me estigmatizou de várias maneiras; você me arrancou algumas esperanças, me impôs muitas in-intra-decisões, me levou de coisas preciosas e me mostrou um ser iluminado.
E lá vai 2012, que entre confetes, confeites e confeiteiros, me estigmatizou, me condicionou, me furtou, me feriu.
E lá vem 2013, um ano feito pra me superar.
(é, no dicionário isso talvez seja um exemplo de: me.lan.co.lia)
22 de dezembro de 2012
Visão de Mundo
Nas aulas que tive sobre arte, muitos professores falavam que a obra era um modo de ver o mundo do artista. Assim, teríamos a lógica: Eu vejo, eu sinto, eu expresso. No meio dessa lógica existe o que é substancial tanto para o artista quanto para o apreciador de sua obra, é o "que sinto".
A internalização das coisas e o modo de tratá-las é o que produz a obra, dentro dessa lógica. Mas na minha imaturidade de aluno de arte, não levava em conta que o artista pode responder contrário ao que expressa... são variantes que definiram por ironia, escapismo, e outras histórias.
Com isso, não quero dizer muita coisa, senão dizer que a vida é sempre uma vida enxergada de um lugar, de um modo, de um tempo.
7 de dezembro de 2012
Ei
Alguém tem de te tirar do centro, fazer notar as extremidades e dizer que todo percurso é longo se você não notar que este alguém que te fala está contigo. Ei, nota-me. Ei, pergunte-me. Ei, só outra existência pode validar uma outra existência.
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