5 de maio de 2012
Sobre a Lua
Dizer o quê, quando se pode olhar e calado permanecer?
Hoje, pretendo-me sucinto!
Sem delongas, sem paralelismos,
sem rimas fáceis,
falsos cacoetes,
sem ganchos, sem.
Só ela, lá do alto... a enamorar os enamorados,
e a solidificar mais e mais a solidão dos solitários.
Só ela,
imponente, magnífica e deslumbrante,
radiante.
Mais encantadora que o sol dos nossos dias,
a lua das nossas noites ainda vai nos engravidar
de novos sonhos nestes novos passos do milênio.
Agora, é hora de contemplar, abismado!!!
