22 de dezembro de 2012
Visão de Mundo
Nas aulas que tive sobre arte, muitos professores falavam que a obra era um modo de ver o mundo do artista. Assim, teríamos a lógica: Eu vejo, eu sinto, eu expresso. No meio dessa lógica existe o que é substancial tanto para o artista quanto para o apreciador de sua obra, é o "que sinto".
A internalização das coisas e o modo de tratá-las é o que produz a obra, dentro dessa lógica. Mas na minha imaturidade de aluno de arte, não levava em conta que o artista pode responder contrário ao que expressa... são variantes que definiram por ironia, escapismo, e outras histórias.
Com isso, não quero dizer muita coisa, senão dizer que a vida é sempre uma vida enxergada de um lugar, de um modo, de um tempo.
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