30 de dezembro de 2012
Dos instantes
É, eu sei, fim de ano, e com isso Alegrias, Desejos, Novas Esperanças e Sorrisos.
E entre confetes, confeites e confeiteiros, me sinto uma cereja perdida num bolo enorme; e meio que nessa metáfora me pergunto:
Se não me falta quase nada, talvez, nada, como posso sentir a ausência de tudo? E por qual motivo posto isso aqui, pra espetacularizar os meus sentimentos?! Promover minha solidão!?
Ai, ai 2012, vou me despedindo de você e sentindo que você não vai embora assim. Você me marcou, me estigmatizou de várias maneiras; você me arrancou algumas esperanças, me impôs muitas in-intra-decisões, me levou de coisas preciosas e me mostrou um ser iluminado.
E lá vai 2012, que entre confetes, confeites e confeiteiros, me estigmatizou, me condicionou, me furtou, me feriu.
E lá vem 2013, um ano feito pra me superar.
(é, no dicionário isso talvez seja um exemplo de: me.lan.co.lia)
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