
Solta-se do verbo os vermes reais,
entoam um canto multicor.
Transforma-se o vento em neblina marrom,
ensaia uma dúvida turva.
Poeira, poeira,
areia, areia, tudo é nada.
Lá está o menino na caixa,
calado pelo silêncio fúnebre.
Eis a terra que aterra,
eis as pedras que apedrejam.
E eis o tempo que finda
e eis a fenda que fecha.
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